O PÓ DA ESTRADA

Em 1994, conheci Vinícius Sá e Renato Luiz, dois produtores cariocas que, por intermédio de um amigo comum, tinham ouvido o "LUZ", lançado 2 anos antes, e tinham gostado. Depois de alguma conversa, acertamos que eles produziriam um novo trabalho meu, diferente do primeiro, focado no intérprete. MPB, Rock, Blues, Folk, enfim, tudo o que realmente sempre "me fez a cabeça" está naquele trabalho, graças ao qual tive a oportunidade de conhecer e trabalhar com UM MONTE de gente MUITO especial. O disco, que levaria o nome de "O Pó da Estrada" (nome da canção de Sá, Rodrix e Guarabyra, que abriria o trabalho - confira um trecho da gravação, logo abaixo) acabou não saindo, por uma série de razões, mas o material continua guardado, pronto - quem sabe, um dia...
Alguns dos melhores músicos do Brasil participaram das gravações. Para não cometer injustiças, aí vai toda a relação
dos músicos que trabalharam naquele projeto:
- Guitarras e Violões: Filipe
Freire, Alexandre BG, Eugênio Dale, David Barcelos, Paulo Marconi,
Zezé.
- Baixos: Petch Calasans, Marcelo Mariano, Rafael Felipe, Alexandre Cavalo,
Vinícius Sá.
- Baterias: Ricardo Cecchi, Cristiano Galvão, Jurim Moreira.
- Teclados: Paulo Calasans, Cyro Telles, Zé Marco.
- Gaitas: Jefferson
"Baseado em Blues" Gonçalves.
- Cordas: Glauco Fernandes, Eduardo Hack, Jesuína Passarolo, Cássia
Menezes.
- Vocais: Pedro
Baldanza, Leila Mahria, Val Martins, Rafael Felipe.
A parte técnica, além dos trabalhos do Vinícius e do Renato - um dos melhores técnicos do Brasil, que já trabalhou com UM MONTE das feras da música brasileira e que mixou quase todo o disco -, contou ainda com as participações de Joca Fragoso (técnico de gravação e mixagem de duas faixas), Ricardo Cecchi (técnico de gravação de duas faixas), Filet e Garoto (auxiliares).
A todos esses profissionais e amigos, meu sincero agradecimento, e a esperança de que, um dia, a estrada nos coloque juntos novamente. Valeu, moçada!
Confira aqui um trecho da música-título do álbum:
| "O
pó da estrada" (Sá, Rodrix e Guarabyra) Banda: André Luiz (voz); Filipe Freire (guitarras e violão); Paulo Calasans (Hammond B3); Ricardo Cecchi (Bateria); Vinícius Sá (Baixo). Gravação: Estúdio Joá, Rio de Janeiro, 1998. Técnico: Renato Luiz. Masterização: Carlos Freitas (Cia. de Áudio/SP). |
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Quase no final das gravações, apareceu a oportunidade de participar da trilha de BRIDA, obra de Paulo Coelho, tranformada em novela pela extinta Rede Manchete de Televisão, tomando parte na composição (fiz a letra e participei da concepção da melodia - a música é do amigo e parceiro Cyro Telles, com o Vinícius e o Zé Marco 'finalizando' o trabalho) e cantando o tema da personagem-título da novela. Pra mim, um motivo de muita alegria ver uma novela abrindo espaço para gente nova, já que o Brasil está REPLETO de gente nova, com talento e raça de sobra - e espaço de menos para se viabilizar em uma carreira artística. Infelizmente, a novela foi sumariamente interrompida, dada a insuficiência de recursos da emissora para manter a produção, o que fez com que os artistas interrompessem as gravações por não receberem seus salários. Conseqüentemente, o disco com a trilha sonora também acabou não saindo. Lamentável...
Confira aqui um trecho da canção:
| "Brida" (André Luiz e Cyro Telles) Banda: André Luiz (voz); Filipe Freire (guitarras e violão); Cyro Telles e Zé Marco (Teclados); Jurim Moreira (Bateria); Alexandre Cavallo (Baixo); Glauco Fernandes, Eduardo Hack, Jesuína Passarolo, Cássia Menezes (Quarteto de Cordas). Gravação: Estúdio Joá, Rio de Janeiro, 1998. Técnico: Renato Luiz. Masterização: André Luiz (Audio Factory/SP). |
Nessa mesma época participei, ainda, da BANDA CIDADE DO ROCK (confira a página, neste site), um projeto MUITO legal de versões acústicas (quando isso ainda 'não existia' ou, pelo menos, não era 'moda') para alguns dos maiores clássicos do rock. A Banda fez diversas apresentações no Rock in Rio Cafe, no Rio de Janeiro, sempre com casa cheia.
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a partir de 26.06.06

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