ANDRÉ LUIZ

Olá, amigo, obrigado pela visita!

A esta altura, dependendo das páginas que já tenha visitado neste site, você já tem alguma (pequena) idéia de quem se trata "esse tal de" André Luiz. Muito bem. Minha carreira artística profissional pode ser dividida, essencialmente, em três fases; Na primeira delas, de 86 a 92, eu quase não cantava, trabalhava mais como guitarrista em bandas cover e mesmo em alguns projetos de música própria. Em 91, no entanto, quando tive minha primeira oportunidade de gravar minhas músicas como um disco inteiro - até então só rolaram algumas demos, aqui e ali - um problema muito sério aconteceu: eu não tinha um cantor para elas. Já tinha trabalhado com diversos deles, mas, sinceramente, nenhum que parecesse "vestir" as minhas letras, como eu achava - e ainda acho - absolutamente necessário. Perder a chance é que eu não ia, né? Não perdi. Acabei descobrindo que eu cantava quando "a água bateu", mesmo. Em 1992, ficou pronto o meu primeiro trabalho, "LUZ", lançado independente, em CD e em vinil (ainda!).

DO ÁLBUM MAIS VELHO...


Foto da contra-capa do 1º LP, "LUZ". Detalhe: ainda existia vinil!

Eu e Murilo Lima (ex-Capital Inicial, agora partindo por conta própria), no Estúdio, durante as gravações de "LUZ".


Petch Calasans e eu, em foto tirada durante o show de lançamento do "LUZ", em 92, em Jundiaí/SP.


O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO...


Em 95, conheci os produtores Vinícius Sá e Renato Luiz, do Rio de Janeiro. O Vini tinha ouvido o "LUZ" e, para minha alegria, tinha gostado. Interessaram-se em produzir um novo disco. Assim, demos início a um trabalho diferente, desta vez, essencialmente como intérprete. MPB, Rock, Blues, Folk, enfim, tudo o que realmente sempre "me fez a cabeça" está naquele trabalho, graças ao qual tive a oportunidade de conhecer e trabalhar com UM MONTE de gente MUITO especial. O disco, que levaria o nome de "O Pó da Estrada" (nome da canção de Sá, Rodrix e Guarabyra, que abriria o trabalho - confira um trecho da gravação, logo abaixo) acabou não saindo, por uma série de razões, mas o material continua pronto - quem sabe, um dia...

Alguns dos melhores músicos do Brasil participaram das gravações.
Para não cometer injustiças, aí vai toda a relação dos músicos que já trabalharam naquele projeto:
- Guitarras e Violões: Filipe Freire, Alexandre BG, Eugênio Dale, David Barcelos, Paulo Marconi, Zezé.
- Baixos: Petch Calasans, Marcelo Mariano, Rafael Felipe, Alexandre Cavalo, Vinícius Sá.
- Baterias: Ricardo Cecchi, Cristiano Galvão, Jurim Moreira.
- Teclados: Paulo Calasans, Cyro Telles, Zé Marco.
- Gaitas: Jefferson "Baseado em Blues" Gonçalves.
- Cordas: Glauco Fernandes, Eduardo Hack, Jesuína Passarolo, Cássia Menezes.
- Vocais: Pedro Baldanza, Leila Mahria, Val Martins, Rafael Felipe.

A parte técnica, além do trabalho do Vinícius e do Renato - um dos melhores técnicos do Brasil, que já trabalhou com UM MONTE das feras da música brasileira e que mixou quase todo o disco -, contou ainda com as participações de Joca Fragoso (técnico de gravação e mixagem de duas faixas), Ricardo Cecchi (técnico de gravação de duas faixas), Filet e Garoto (auxiliares).



Nessa época, participei da BANDA CIDADE DO ROCK (confira a página, neste site), um projeto MUITO legal de versões acústicas (quando isso ainda 'não existia' ou, pelo menos, não era 'moda') para alguns dos maiores clássicos do rock. A Banda fez diversas apresentações no Rock in Rio Cafe, no Rio de Janeiro, sempre com casa cheia.



Quase no final das gravações, apareceu a oportunidade de participar da trilha de BRIDA, da extinta Rede Manchete de Televisão, tomando parte na composição (fiz a letra e participei da concepção da melodia - a música é do amigo e parceiro Cyro Telles) e cantando o tema da personagem-título da novela. Pra mim, um motivo de muita alegria ver uma novela abrindo espaço para gente nova, já que o Brasil está REPLETO de gente nova, com talento e raça de sobra - e espaço de menos para se viabilizar em uma carreira artística. Infelizmente, a novela foi sumariamente interrompida, dada a insuficiência de recursos da emissora para manter a produção, o que fez com que os artistas interrompessem as gravações por não receberem seus salários. Conseqüentemente, o disco com a trilha sonora também acabou não saindo. Lamentável...

HOJE EM DIA...

Além de ter sido membro da BANDA JUKEBOX, até o final de 2006, atualmente faço shows com o ANDRÉ LUIZ TRIO (voz/guitarra/violão, baixo e bateria) e, também, sozinho (voz e violão), onde toco, basicamente, clássicos do pop/rock internacional (Beatles, Rolling Stones, U2, Pink Floyd, Elton John, Rod Stewart, entre tantos outros) e, às vezes, alguns sons brasileiros, também, dentre os quais insiro algumas composições próprias. Além disso, desenvolvo alguns trabalhos junto à COMPANHIA DO SOM, um estúdio MUITO legal, em Jundiaí. Rica, grande abraço, cara!



Logo abaixo, algumas amostras desses trabalhos.

ANDRÉ LUIZ, em fotos tiradas por Paula Meloni, durante show solo realizado no Deck,
em Monte Verde/MG, em 06.05.

ANDRÉ LUIZ TRIO, ao vivo, no Villa Pizza Bar, Jundiaí/SP, em 20.06.2008.

Abaixo, algumas amostras de músicas em MP3. Para ter acesso a mais sons, acesse a página de ÁUDIO.
Todos os trabalhos são editados por

AMOSTRAS (em MP3) - "Luz" (1992)

Selvagem (André Luiz e David Barcellos)

Cara e Bocas (André Luiz e Petch Calasans)
AMOSTRAS (em MP3) - "O Pó da Estrada" (1998)

O Pó da Estrada (Sá, Rodrix e Guarabyra)

Brida (André Luiz e Cyro Telles)
AMOSTRAS (em MP3) - "Voz e Violão" (2005)

Sympathy for the Devil (Rolling Stones)

I Don't Wanna Talk About It (Rod Stewart)

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Visitas a partir de 26.06.06

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